A forma de troca de serviços por dinheiro, força as pessoas a venderem a sua força de trabalho. Muitas e muitas vezes nos vemos em situações de armadilhas capitalistas. Trabalho, salário, andam subvalorizados, vivemos numa prisão aonde trocamos comida por salário.
Somos surdos as oportunidades que nos apresentam, a liberdade é para bem poucos, o medo do desconhecido,do arriscar, fica para poucos. E assim, poucos conseguem atingir os seus sonhos.
O capitalismo assume o papel de prender a pessoa no trabalho, mesmo que ela tenha condições de se libertar. Existe um treinamento dado no circo ao elefante desde o seu nascimento,sob o condicionamento da sua prisão particular, ainda filhote o elefante fica preso a uma corrente de ferro, aonde o mesmo, após várias tentativas não consegue se libertar. Quando adulto, este mesmo elefante é preso a uma corda que facilmente ele poderia se libertar, mas não o faz, pois em suas lembranças, isto é impossível.
O emprego formal faz o mesmo as pessoas, nos prendemos ao nosso medo de se libertar dos nossas amarras pessoais e ficamos atados ao nosso destino, presos pelo medo de sonhar muito alto.
E o que será de nossas vidas? Será que se pudessemos retornar no tempo nossas escolhas seriam melhores?
Os erros e as tentativas de ter uma liberdade econõmicas são infinitamente menores para a maioria. Assim uma grande minoria, que aprende com as adversidades e aproveita a oportunidade que lhe apresenta.
Bom, acredito que encontrando uma situação equilibrada, entre seguir nossos sonhos e a sobrevivência, deveria tocar ambos os projetos, o plano A de sobrevivência e o plano B de nossos sonhos, pois somente assim poderemos ter alguma chance de nos libertarmos da nossa corda de elefante.
Marcos A S Cerqueira
Administrador
Supervisor da FLP Brasil
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